Logo no inicio do post do Ivan, li sobre as lembranças das bebedeiras e imediatamente veio na minha memória as minhas poucas bebedeiras (aquelas que ainda estava sóbrio), como a do camping em Itú, a da Final do ano que passamos em todas as casas e bebemos todas, a dos bailes de carnaval do Juventus.
Mas o que me vez rir foram as lembranças das bebedeiras dos outros. Lembro-me do dia em que 3 de nossas amigas (com na época eram menores de idades então utilizaremos somente as inicias CAL, NPM e EP) entraram na aula de português de um dos professores mais sérios da escola, o mestre Gianini. As 3 riam e a cara do mestre sem entender o que acontecia, uma olhava para outra e começavam a rir e ao mesmo tempo tentavam segurar o riso frouxo. Salve a espremidinha do Lava-rápido.
Outra lembrança foi compartilhada com poucas pessoas, se não me falha a memória, estavam presente o Ivan, o Marcelo (citado no post do Ivan), o Pedro, eu e logicamente quem bebeu, o meu amigo Shiroma em sua despedida de solteiro num karaokê na Liberdade.
Como o Shiroma nunca bebeu, lambuzou-se e, adivinhe? Saiu correndo direto para o banheiro onde deu tempo somente de abrir a porta e foi um UUUUUUUGGGGOOOOO. Resumo da história, lá estavamos todos, no banheiro, com um monte de papel higiênico na mão limpando as paredes e o chão do banheiro e todos rindo da situação.
Aguardo posts de outras reminiscências etílicas e as não etílicas, acho que temos muito o que contar antes que nossa memória se apague e nossas histórias voem com o vento.
Vamos fazer deste blog um ponto de encontro virtual dos ex-alunos do Colégio São Judas Tadeu que se formaram no ano de 1979 e para todos aqueles que participaram deste período escolar. Vamos postar nossas histórias e nossas fotos. Vamos deixar gravado nossas experiências deste período. Vamos fazer o nosso ponto de encontro virtual.
13 de maio de 2011
12 de maio de 2011
Autor lunático
John Gray, autor do livro Homens são de Marte, mulheres são de Vênus, propõe-se a oferecer um guia prático para melhorar a comunicação entre a dupla. Fico me perguntando até que ponto alguém tem uma receitinha básica para a boa convivência entre as pessoas, sejam lá elas quem forem.
O livro traz definições bem interessantes sobre as duas personagens mais famosas do planeta: mulheres são como ondas; homens, como elásticos.
“Quando a onda de uma mulher sobe, ela sente que tem uma abundância de amor para dar, mas quando desce, sente seu vazio interior e precisa ser preenchida com amor. Quando ela atingir o fundo, é o momento para uma faxina emocional.”
Interessante. Sou mulher e nunca percebi que sou assim. Talvez esse seja meu grande erro. Preciso fazer um curso de surfista e pegar a minha onda. Mais. Devo aprender a surfar e, ao mesmo tempo, segurar uma plaquinha para informar ao dito cujo do sexo oposto que estou descendo e que é hora de ele me preencher com amor, afinal, segundo o autor, ambos são meio retardados quando o quesito é perceber o que acontece com o outro.
“Os homens são como elásticos. Quando se retiram, só podem esticar até uma certa distância antes de saltar de volta. Esse é o ciclo masculino de intimidade, que envolve aproximação, afastamento e, de novo, aproximação. A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar.”
Que homens vêm e vão eu já havia percebido. Só que, para as mulheres, é um tanto quanto desnorteante essa história de ir e voltar sem a menor cerimônia, como se nada tivesse acontecido. Mulheres não se afastam assim, à toa.
Seria muito melhor se os homens fossem como chicletes. Ao perceber que estavam completamente sem gosto, pura borracha, iriam se esticar para longe, em busca daquele sabor delicioso que todo chiclete tem no início e voltariam babando, feito recheio de Babaloo, para satisfazer o paladar oposto até a próxima perda de sabor.
O livro traz definições bem interessantes sobre as duas personagens mais famosas do planeta: mulheres são como ondas; homens, como elásticos.
“Quando a onda de uma mulher sobe, ela sente que tem uma abundância de amor para dar, mas quando desce, sente seu vazio interior e precisa ser preenchida com amor. Quando ela atingir o fundo, é o momento para uma faxina emocional.”
Interessante. Sou mulher e nunca percebi que sou assim. Talvez esse seja meu grande erro. Preciso fazer um curso de surfista e pegar a minha onda. Mais. Devo aprender a surfar e, ao mesmo tempo, segurar uma plaquinha para informar ao dito cujo do sexo oposto que estou descendo e que é hora de ele me preencher com amor, afinal, segundo o autor, ambos são meio retardados quando o quesito é perceber o que acontece com o outro.
“Os homens são como elásticos. Quando se retiram, só podem esticar até uma certa distância antes de saltar de volta. Esse é o ciclo masculino de intimidade, que envolve aproximação, afastamento e, de novo, aproximação. A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar.”
Que homens vêm e vão eu já havia percebido. Só que, para as mulheres, é um tanto quanto desnorteante essa história de ir e voltar sem a menor cerimônia, como se nada tivesse acontecido. Mulheres não se afastam assim, à toa.
Seria muito melhor se os homens fossem como chicletes. Ao perceber que estavam completamente sem gosto, pura borracha, iriam se esticar para longe, em busca daquele sabor delicioso que todo chiclete tem no início e voltariam babando, feito recheio de Babaloo, para satisfazer o paladar oposto até a próxima perda de sabor.
4 de maio de 2011
Vamos começar (novamente) aos 50?
Ainda não me decidi se este post vai seguir o tom melancólico do "...hic..hic...eu amo vocês.." que fatalmente eu acabava soltando aos prantos do alto do meu alterado estado etílico quando das minhas (quase) famosas bebedeiras com o Glauco e o Pedrinho, na juventude é claro, ou o tom hilário da Denise atravessando a Avenida Paulista de braços dados com o Marcelo - quem se lembra dele? - fingindo-se, ambos, serem aleijados. Enquanto não resolvo, quero fazer uma pergunta: olhando agora os seguidores deste blog me deparei com uma imagem que, no mínimo, pode ser considerada "propaganda enganosa": que foto é essa do Silvio quando tinha 12 anos de idade? Alguém, pelo amor de Deus, avisa o nosso amigo que estamos beirando os 50!
Outra coisa...alguém dá uma passadinha na minha página do "feissibuk" e vai ver a gentileza que a Eunice me fez: colocou uma foto minha com a tia Nilda cuja cara (minha é claro) é das mais sem graças e olha que foto minha sem graça é o que não falta...lógico que as meninas se derreteram...a Sueli reafirmou sua admiração atemporal pela nossa querida teacher e a Eunice ainda registrou que nossa mestra de idioma "não pátrio" era...como ela falou mesmo?...ah! sim..."chiquérrima". Pois bem, brincadeiras à parte penso que daquela turma, do 3º tradutor ao menos, mas certamente das outras turmas que tiveram aulas com ela também, não tenha havido um de nós que tenha passado ileso pela influência da Nilda. Porque vocês acham que eu fiquei alucinado para estudar na PUC?
Ok.. eu quero voltar ao mote deste post que é tentar fazer os preguiçosos começarem a seguí-lo e, de preferência, postar coisas que nos lembrem sempre que nossos vínculos de amizade, intensos, vigorosos e sobreviventes ao tempo, ainda podem se tornar mais profundos se, mesmo que virtualmente, compartilharmos um pouco o nosso dia-a-dia e, por que não, as nossas memórias e lembranças de um tempo que, quem poderá negar?, foi muito bom.
Vamos começar fazendo justiça ao Glauco que teve a iniciativa de criar este blog e, de quebra, ainda colocou nele a fotos dos meus 2 lindos filhos, Diogo e Lígia...Obrigado, irmão!
Estórias do passado e do presente penso que não faltem, imagens desse tempo que passou...buuuááááááá....também... penso que alguém poderá ter outras além das que o nosso amigo Glauco já postou, e imagens do presente também são bem-vindas...enfim...vamos agitar essa porra de blog!
Quem se habilita a continuar?
Ivan
Outra coisa...alguém dá uma passadinha na minha página do "feissibuk" e vai ver a gentileza que a Eunice me fez: colocou uma foto minha com a tia Nilda cuja cara (minha é claro) é das mais sem graças e olha que foto minha sem graça é o que não falta...lógico que as meninas se derreteram...a Sueli reafirmou sua admiração atemporal pela nossa querida teacher e a Eunice ainda registrou que nossa mestra de idioma "não pátrio" era...como ela falou mesmo?...ah! sim..."chiquérrima". Pois bem, brincadeiras à parte penso que daquela turma, do 3º tradutor ao menos, mas certamente das outras turmas que tiveram aulas com ela também, não tenha havido um de nós que tenha passado ileso pela influência da Nilda. Porque vocês acham que eu fiquei alucinado para estudar na PUC?
Ok.. eu quero voltar ao mote deste post que é tentar fazer os preguiçosos começarem a seguí-lo e, de preferência, postar coisas que nos lembrem sempre que nossos vínculos de amizade, intensos, vigorosos e sobreviventes ao tempo, ainda podem se tornar mais profundos se, mesmo que virtualmente, compartilharmos um pouco o nosso dia-a-dia e, por que não, as nossas memórias e lembranças de um tempo que, quem poderá negar?, foi muito bom.
Vamos começar fazendo justiça ao Glauco que teve a iniciativa de criar este blog e, de quebra, ainda colocou nele a fotos dos meus 2 lindos filhos, Diogo e Lígia...Obrigado, irmão!
Estórias do passado e do presente penso que não faltem, imagens desse tempo que passou...buuuááááááá....também... penso que alguém poderá ter outras além das que o nosso amigo Glauco já postou, e imagens do presente também são bem-vindas...enfim...vamos agitar essa porra de blog!
Quem se habilita a continuar?
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