John Gray, autor do livro Homens são de Marte, mulheres são de Vênus, propõe-se a oferecer um guia prático para melhorar a comunicação entre a dupla. Fico me perguntando até que ponto alguém tem uma receitinha básica para a boa convivência entre as pessoas, sejam lá elas quem forem.
O livro traz definições bem interessantes sobre as duas personagens mais famosas do planeta: mulheres são como ondas; homens, como elásticos.
“Quando a onda de uma mulher sobe, ela sente que tem uma abundância de amor para dar, mas quando desce, sente seu vazio interior e precisa ser preenchida com amor. Quando ela atingir o fundo, é o momento para uma faxina emocional.”
Interessante. Sou mulher e nunca percebi que sou assim. Talvez esse seja meu grande erro. Preciso fazer um curso de surfista e pegar a minha onda. Mais. Devo aprender a surfar e, ao mesmo tempo, segurar uma plaquinha para informar ao dito cujo do sexo oposto que estou descendo e que é hora de ele me preencher com amor, afinal, segundo o autor, ambos são meio retardados quando o quesito é perceber o que acontece com o outro.
“Os homens são como elásticos. Quando se retiram, só podem esticar até uma certa distância antes de saltar de volta. Esse é o ciclo masculino de intimidade, que envolve aproximação, afastamento e, de novo, aproximação. A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar.”
Que homens vêm e vão eu já havia percebido. Só que, para as mulheres, é um tanto quanto desnorteante essa história de ir e voltar sem a menor cerimônia, como se nada tivesse acontecido. Mulheres não se afastam assim, à toa.
Seria muito melhor se os homens fossem como chicletes. Ao perceber que estavam completamente sem gosto, pura borracha, iriam se esticar para longe, em busca daquele sabor delicioso que todo chiclete tem no início e voltariam babando, feito recheio de Babaloo, para satisfazer o paladar oposto até a próxima perda de sabor.
O livro traz definições bem interessantes sobre as duas personagens mais famosas do planeta: mulheres são como ondas; homens, como elásticos.
“Quando a onda de uma mulher sobe, ela sente que tem uma abundância de amor para dar, mas quando desce, sente seu vazio interior e precisa ser preenchida com amor. Quando ela atingir o fundo, é o momento para uma faxina emocional.”
Interessante. Sou mulher e nunca percebi que sou assim. Talvez esse seja meu grande erro. Preciso fazer um curso de surfista e pegar a minha onda. Mais. Devo aprender a surfar e, ao mesmo tempo, segurar uma plaquinha para informar ao dito cujo do sexo oposto que estou descendo e que é hora de ele me preencher com amor, afinal, segundo o autor, ambos são meio retardados quando o quesito é perceber o que acontece com o outro.
“Os homens são como elásticos. Quando se retiram, só podem esticar até uma certa distância antes de saltar de volta. Esse é o ciclo masculino de intimidade, que envolve aproximação, afastamento e, de novo, aproximação. A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar.”
Que homens vêm e vão eu já havia percebido. Só que, para as mulheres, é um tanto quanto desnorteante essa história de ir e voltar sem a menor cerimônia, como se nada tivesse acontecido. Mulheres não se afastam assim, à toa.
Seria muito melhor se os homens fossem como chicletes. Ao perceber que estavam completamente sem gosto, pura borracha, iriam se esticar para longe, em busca daquele sabor delicioso que todo chiclete tem no início e voltariam babando, feito recheio de Babaloo, para satisfazer o paladar oposto até a próxima perda de sabor.
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